sábado, 27 de março de 2010

AI, AI, AI!

Ai. ai, ai...

O turno ministrado pelo Juninho e Elimar foi suave, apaixonado. Vozes e instrumentos sussurraram amor e gratidão ao Amado, que é fiel e nos ama tanto!

Como que embalados naquelas cantigas de amor e confiança, fomos conduzidos pelo Espírito a dois turnos de quebrantamente absoluto, absurdo segundo os padrões religiosos, com dores desde as nossas entranhas, pelo tanto qeu estamso distantes daquilo que o Pai sonha para nós.

Estamos, sim, a Igreja e eu, longe do que o Pai quer, perdendo tempo e talentos, obstinados em fazer o que queremos e desvalorizando aquilo que o Pai quer e ama e espera.

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Impossível resumir esses turnos em palavras. Registro que foram turnos de dor, em que entendemos que não podemos existir fora dEle e quisemos mergulhar mais dentro dEle e decidimos fazer Sua vontade, em detrimento da nossa, ainda que custe e principalmente quando custa caro...

Choramos, choramos, choramos. Gritamos, clamamos, chamamos o Amado para o Jardim. Nos demos a Ele como perfume, flores e frutos, debaixo da macieira, desesperados por encontrá-lO em seu quarto, em Sião.

Dissemos BASTA e CHEGA! Chega de fazer nossa própria vontade, basta de ignorar a vontade do Pai. Quanto tempo perdido, quanto esforço perdido!

Cantamos HOSANA, AO BENDITO QUE VEM EM NOME DO SENHOR E É PODEROSO PARA NOS TRANSFORMAR NAQUILO QUE ELE QUER!

Importa que Ele cresça e eu diminua!

Seja assim. Seja assim. Seja assim.

Tentativa de resumir três turnos na madrugada da 19a. edição das 24 h de adoração em Ribeirão Preto
27-03-10, 07:20 h
Jackeline Sarah

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