sexta-feira, 6 de novembro de 2009

ÍDOLOS DO BRASIL



Hoje, à tarde, passei em uma sorveteria de um amigo, que é próxima de minha casa, e, depois de escolher os sabores e começar a saborear o sorvete, uma matéria na TV que estava ligada me chamou a atenção. Era sobre o filme do velho guerreiro, o Chacrinha. Foi como se o sorvete mudasse de gosto em minha boca. Eu e meu amigo pensamos a mesma coisa na hora:

 

Falou palavrão, fez palhaçada, botou mulher pelada pra rebolar, fala o que o povão gosta, faz ESTÓRIA no Brasil. 


Coloquei ESTÓRIA pois pra mim é isso que ele fez e foi.

 

E, agora,sentado aqui na sala, assistindo o jornal da Band, vi uma matéria sobre o alemão Rolf Glaser, que gastou R$ 1,1 milhão para transformar o Morro do Vidigal em ponto turístico; mas a burocracia teria impedido a continuidade do empreendimento. Em novembro de 2008, o alemão começou a comprar casas e terrenos no Morro do Vidigal, cuja favela tem vista panorâmica para o mar de São Conrado e para as Praias do Leblon e de Ipanema. Ele, também, mudou para uma mansão no pé do morro avaliada, em R$ 350 mil.

 

A meta era construir casas que abrigassem turistas e um caminho de lojas, de lavanderia a uma casa de sucos. O empreendimento empregaria moradores do Vidigal - que, depois de algum tempo, seriam responsáveis por gerir o negócio. O empresário já participou de iniciativa semelhante na África. O principal obstáculo ao empreendimento foi o embargo das obras pela prefeitura do Rio, em abril. Nenhuma das casas do empreendimento está situada em área de risco ou de proteção ambiental, mas o município ordenou que o projeto fosse paralisado. 


"A prefeitura exigiu escrituras definitivas e os terrenos são posses. É a inoperância desses paquidermes gigantescos que são os órgãos públicos. A prefeitura veta porque quer voto. Eles barram qualquer pessoa que atraia a simpatia da população", afirmou o arquiteto responsável pelo projeto, Hélio Pellegrino, do HGP Arquitetos Associados.

 

Rolf Glaser foi embora do Brasil nesta noite.

 

Terminando esta matéria, entrou uma que eu não suporto mais ver ou ouvir. Era sobre Michael Jackson, o rei do pop que, para muitos que não conhecem e não sabem o que é boa música, foi o cara que revolucionou o mundo da música. Abrindo um parenteses aqui, música é David Gilmor, George Harisson, B.B. King, Steve Rowe, Keith Green, o Sexteto, e mais uns poucos. Michael foi só negócios, negócios falidos. Mas o povão gosta.

 

O Brasileiro é muito bobo, povo que não se dá ao respeito, que exalta imundos e promíscuos e burros como Cazuza, Renato Russo; caras loucos, como Raul Seixas; mulheres loucas por cocaína como Clara Nunes, Carmem Miranda, Elis Regina.......TUDO ESTÓRIA.

 

Talvez, Você que lê, pergunte: Mas cantavam, tocavam, e ...........tão bem, não é? É porque não eram crentes?

 

E eu respondo que não. Não se trata de crença. Trata-se de caráter, de idoneidade, de gente que sabe ser responsável com a liberdade que tem. Gente que meus filhos podem ver na tv.

 

É intrigante demais ver que pessoas idôneas passam e são muito pouco lembradas, mas gente como estes citados acima são os exemplos de tantos neste país.

 

Rolf Glaser, perdoe este país e, por favor, não generalize, pois ainda tem gente inteligente de verdade neste pais...

 

Rogério Lima

28/10/09

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