quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

FIEL E FIDEDIGNO

Quando pensamos em Eva, geralmente a associamos ao pecado e a culpamos por todos os dissabores que as consequências do pecado nos trouxeram...

Sem me deter na questão de que eu mesma, certamente, faria pior do que ela se estivesse em seu lugar, tenho pensado em Eva, depois que saiu do paraíso e começou a viver na luta do dia-a-dia, o que, para ela, foi, certamente, algo novo e de difícil adaptação.

Ela, antes de escolher errado, vivia num ambiente que podemos apenas imaginar, onde o equilíbrio dominava sobre a natureza, os animais, seu relacionamento com Deus, com Adão e com o mundo (que paraíso...!).

Depois, roupas, preparar comida, cuidar do abrigo, submeter-se ao marido, cólicas menstruais... quantas dificuldades a enfrentar!!!

Acredito que Adão e Eva se arrependeram da escolha errada que fizeram e desejavam voltar para o Pai. Certamente, não enxergavam o caminho, o modo como isso seria possível, mas aos seus filhos e netos e bisnetos... contavam sobre os momentos maravilhosos de comunhão que tinham com o Criador, gerando em seus descendentes um desejo de se relacionar com Ele.

Penso que Eva, ao se lembrar de tudo o que ocorrera, de como fora seduzida pela serpente
, de como seduzira seu marido, da vergonha que o conhecimento para o qual não estava pronta causara, da culpa que a fizera esconder-se, da voz de Deus chamando sem resposta, da expressão de tristeza que o Senhor lhe transmitiu ao censurá-la, da dor de ser expulsa do Paraíso, do desespero de saber que a entrada estava guardada por um anjo, contra eles... Quanta dor e decepção consigo mesma devem ter invadido esta mulher!


Deus, no entanto, sabia de tudo isso. Sabia até que tudo isso viria a acontecer e já tinha provido o ...

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